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Artigo escrito por: TopSaúde HUB

Conteúdos sobre saúde e tecnologia.

Como garantir que o repasse médico seja realizado sem erros? Esse processo, fundamental para as operadoras de saúde, se torna ainda mais desafiador com o aumento do volume de dados e a utilização de diferentes sistemas de gestão.

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no final de 2025 o setor de saúde suplementar no Brasil registrou mais de 53 milhões de beneficiários em planos de assistência médica, um crescimento de quase 11% em cinco anos.

Com esse aumento, a complexidade do repasse médico só tende a crescer. No entanto, a automação surge como uma solução eficaz para minimizar erros comuns, como cálculos incorretos e inconsistências de dados.

O que é repasse médico no contexto de uma operadora de saúde?

O repasse médico é um processo fundamental nas operadoras de saúde, onde são feitas as transferências de valores para médicos, clínicas e hospitais, de acordo com o atendimento realizado aos pacientes.

Esse procedimento envolve uma série de cálculos e a transferência de informações entre sistemas de gestão de saúde e financeiro, o que torna o processo complexo e suscetível a falhas se não for bem gerenciado.

Por que o processo de repasse médico é tão complexo e suscetível a erros?

A complexidade do repasse médico vem do grande volume de dados envolvidos, das diferentes fontes de informação e dos múltiplos cálculos necessários para garantir que todos os serviços prestados sejam devidamente remunerados.

Além disso, a comunicação entre sistemas distintos, como o de faturamento da operadora e o de gestão médica, pode levar a divergências que são mais suscetíveis a gerar glosas e trabalhos duplicados.

Principais desafios no repasse médico

O repasse médico envolve vários desafios que afetam sua eficiência, como a complexidade dos dados e a integração de diferentes sistemas. A seguir, destacamos os principais obstáculos desse processo.

Desafio 1: alto volume de dados e cálculos manuais no repasse médico

A gestão do repasse médico exige a análise de dados financeiros detalhados, como o valor de cada procedimento e o número de atendimentos. Quando feito manualmente, esse processo é propenso a erros.

Por exemplo, quando a operadora de saúde lida com centenas de contas médicas, a necessidade de conferir cada detalhe pode gerar glosas, especialmente se não houver uma planilha de repasse médico eficiente para organizar as informações.

Desafio 2: divergências de informação e gestão da informação entre sistemas

Outro desafio frequente são as divergências de informação entre os sistemas utilizados pela operadora de saúde e as clínicas, podendo gerar erros nos cálculos dos repasses e atrasos financeiros.

A gestão da informação fragmentada entre plataformas diferentes pode dificultar o fluxo correto dos dados, comprometendo a precisão e a eficiência dos repasses.

Desafio 3: retrabalho causado por inconsistências nos repasses médicos

Inconsistências nos repasses geram retrabalho, aumentando os custos e a insatisfação dos médicos e clínicas. Um erro simples de cálculo ou falha na entrada de dados pode exigir correções manuais que consomem tempo.

Por exemplo, quando um erro de digitação ou cálculo é detectado, toda a revisão do processo precisa ser feita manualmente, o que gera um grande volume de trabalho adicional.

Desafio 4: risco de atrasos, falhas de compliance e fraudes na saúde

A falta de automação no processo de repasse médico pode levar a atrasos nos pagamentos e falhas de compliance regulatório, especialmente no que diz respeito a obrigações fiscais e contratuais.

Além disso, a falta de controles automatizados eleva o risco de fraudes na saúde, como pagamentos indevidos por serviços não realizados ou cobrados de forma errada, comprometendo a integridade do processo.

Desafio 5: impacto no relacionamento com médicos, clínicas e fraudes na saúde

Erros e atrasos no repasse médico afetam a relação com médicos e clínicas. Pagamentos incorretos ou fora do prazo diminuem a confiança na operadora, prejudicando o relacionamento profissional.

Por exemplo, se um médico ou clínica não receber os pagamentos corretamente, pode interromper a parceria. Além disso, fraudes na saúde, como pagamentos indevidos, agravam a situação e prejudicam a confiança entre as partes.

Quais são os erros mais comuns no cálculo do repasse médico?

O cálculo do repasse médico é um processo delicado e, muitas vezes, sujeito a erros que comprometem a precisão e a eficiência do sistema. Abaixo estão os erros mais comuns que ocorrem durante esse processo:

  • Erros de cálculo: falhas no cálculo dos valores dos repasses podem ocorrer em razão de discrepâncias nos dados ou falhas no processo manual.
  • Glosas: descontos indevidos aplicados aos valores de repasse, frequentemente gerados por falhas de comunicação ou interpretação das regras do contrato.
  • Falhas de comunicação entre sistemas: quando os sistemas financeiros e médicos não se comunicam adequadamente, resultando em informações inconsistentes e repasses incorretos.
  • Falta de integração de dados: a fragmentação dos dados entre diferentes plataformas pode levar à perda de informações importantes, prejudicando a precisão dos cálculos.

Como a automação garante precisão, agilidade e transparência no repasse

A automação de processos é fundamental para melhorar a eficiência e a precisão no repasse médico. Veja como essa automação é fundamental para esses aspectos:

  • Redução de erros: a automação minimiza erros de cálculo ao integrar os sistemas e otimizar o processamento de dados de forma precisa.
  • Eliminação de cálculos manuais: ao substituir os cálculos manuais por processos automatizados, os repasses se tornam mais consistentes, evitando falhas humanas.
  • Integração de dados em uma única plataforma: a automação facilita a integração de dados de diferentes fontes, garantindo que as informações sejam processadas de maneira centralizada.
  • Transparência no processo: com a automação, os repasses se tornam mais transparentes, proporcionando maior visibilidade e controle para as operadoras de saúde e prestadores de serviços.
  • Acompanhamento em tempo real: a automação permite monitorar os repasses em tempo real, facilitando ajustes rápidos e assegurando que todos os pagamentos sejam feitos no prazo devido.
  • Melhoria do relacionamento com a rede credenciada: ao garantir que os pagamentos sejam feitos de maneira correta e eficiente, a automação fortalece a confiança entre as operadoras de saúde e a rede credenciada.

Veja como a TopSaúde HUB pode auxiliar no repasse médico

Parte do ecossistema Interplayers, a TopSaúde HUB é especializada em soluções tecnológicas para a saúde suplementar, oferecendo automação para integrar os dados financeiros e médicos e permitindo que as operadoras de saúde realizem os repasses de forma eficiente e sem erros.

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Tem mais dúvidas sobre o repasse médico?

Se você ainda está se perguntando como a automação pode transformar seus processos ou quais as diferenças entre termos do setor, aqui estão as respostas rápidas para ajudá-lo!

  1. A automação elimina a análise humana no repasse médico?

Não completamente. A automação reduz a necessidade de análise manual, mas a supervisão humana ainda é essencial para garantir precisão e conformidade.

  1. Qual a diferença entre repasse médico e faturamento de contas?

O repasse médico refere-se ao pagamento aos prestadores de serviços médicos, enquanto o faturamento de contas é o processo de cobrança pelos serviços prestados.

  1. Como a transparência no repasse melhora a relação com os prestadores?

A transparência no repasse garante que os prestadores de serviços recebam informações claras sobre os pagamentos, evitando conflitos ou mal-entendidos.

  1. Como calcular o repasse médico?

O cálculo do repasse médico é: repasse médico = (Valor dos procedimentos realizados) x (Percentual do contrato) – (Descontos/Glosas)

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